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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Setor Juventude lança subsídio que ajuda na realização das Jornadas Diocesanas da Juventude


O subsidio será lançado pelas Edições CNBB e foi elaborado sob a coordenação do bispo referencial do Setor Juventude, da CNBB, dom Eduardo Pinheiro e do assessor da Comissão, padre Carlos Sávio Ribeiro. A assessoria aos jovens foi feita pelo estudioso das Jornadas Mundiais da Juventude, Erofilho Cardozo, e pela assessora do Setor Universidades da CNBB, irmã Maria Eugênia Lloris.

O material de 2011 visa ajudar os jovens a se prepararem para a celebração da Jornada Diocesana da Juventude e tem como subtítulo o tema da Jornada Mundial da Juventude, que acontece em Madri, na Espanha, no mês de agosto.

O subsídio dá dicas e sugestões para essa preparação, abrindo espaço para a criatividade e a adaptação às realidades dos jovens. O documento propõe a realização de três encontros: primeiro, enfocando a relação pessoal com Jesus Cristo. Segundo, dedicado à vivência do jovem na Igreja e, por último, voltado à atuação do jovem cristão na sociedade.

São apresentadas sugestões práticas para que a juventude possa conhecer a profundidade das mensagens bíblicas e experimentar a riqueza da espiritualidade celebrada nas jornadas e testemunhar o amor de Cristo no mundo hoje.

“Fruto do trabalho de jovens representantes das várias expressões eclesiais da juventude de todo o Brasil, o subsídio Jornada Diocesana da Juventude 2011 – ‘Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé’ (cf. Cl 2,7) tem como objetivo criar uma caminhada de formação e preparação para um novo tempo de evangelização da juventude brasileira”, destacou o assessor do Setor Juventude da CNBB, padre Carlos Sávio.

“Esse será o primeiro texto de uma coleção produzida para ajudar os jovens a caminhar em unidade pastoral, temática e celebrativa com a Igreja que, em diferentes partes do mundo, vivencia a diversidade na celebração da unidade pelas Jornadas Diocesanas da Juventude (JDJ)”, completou o assessor.

O subsídio Jornada Diocesana da Juventude 2011 pode ser adquirido direto no site das Edições CNBB (www.edicoescnbb.com.br), pelo telefone (61) 2193-3019 e pelo e-mail vendas@edicoescnbb.com.br
Fonte: Reprodução de texto para divulgação distribuído pelo Setor Juventude da CNBB

quinta-feira, 13 de maio de 2010

"Há ervas daninhas precisamente no interior da Igreja"


"Bento XVI voltou a condenar os casos de pedofilia que envolvem a hierarquia católica, afirmando que "há ervas daninhas precisamente no interior da Igreja", numa mensagem enviada às Jornadas Ecumênicas Alemãs, o maior encontro mundial de católicos e protestantes.

"Nos últimos meses fomos confrontados com novas notícias que nos querem tirar a alegria pela Igreja e ensombrá-la como local de esperança", afirma o Papa na missiva divulgada pelos organizadores das Jornadas Ecumênicas, que decorrem em Munique até domingo e onde são esperadas 700 mil pessoas.

Bento XVI acrescenta que "há ervas daninhas precisamente no interior da Igreja e entre os que o Senhor aceitou ao seu serviço, de forma especial".

O Papa sublinha, porém que "a luz de Deus não se apagou e o bom trigo não foi sufocado pelas ervas daninhas" e que "a Igreja continua a ser um local de esperança, porque leva Deus aos Homens e lhes mostra o caminho da fé".

Esta é a segunda vez em poucos dias que o Papa se refere aos casos de pedofilia que têm afetado a Igreja Católica, depois de na terça-feira ter reconhecido que a "maior perseguição à Igreja" não vem de "inimigos de fora, mas nasce do pecado da Igreja".

No voo que o transportou de Roma até Lisboa, Bento XVI foi claro ao dizer aos jornalistas que "a Igreja tem uma profunda necessidade de reaprender a penitência, de aceitar a purificação, implorar perdão".

Os ataques ao Papa e à Igreja não vêm só de fora, os sofrimentos da Igreja vêm do seu próprio interior, "do pecado que existe na Igreja", declarou.

Bento XVI confessou o seu sofrimento perante esta situação, que surge agora de uma forma "verdadeiramente aterradora".

Por Lusa, Hoje, 13 de Maio de 2010"

Fonte:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1568940
Acesso em: 13 de Maio de 2010

terça-feira, 1 de setembro de 2009

O Uso de Crucifixos Em Repartições Públicas


Dr. William Douglas, evangélico: ''Quando vejo o crucifixo com uma imagem de Jesus não me ofendo''. "Embora cristão, as doutrinas católicas diferem em muitos pontos do que eu creio, mas se foram católicos que começaram este país, me parece mais que razoável respeitar que a influência de sua fé esteja cristalizada no país." Este é um trecho do artigo do juiz titular da 4ª Vara Federal de Niterói (RJ), William Douglas, publicado nesta semana, no site Consultor Jurídico. O magistrado, que se denomina evangélico, critica a ação do Ministério Público Federal que pede a retirada de símbolos religiosos nos locais públicos federais de São Paulo.

"Querer extrair tais símbolos não só afronta o direito dos católicos conviverem com o legado histórico que concederam a todos, como também a história de meu próprio país e, portanto, também minha. Em certo sentido, querer sustentar que o Estado é laico para retirar os santos e Cristos crucificados não deixaria de ser uma modalidade de oportunismo".

Para o juiz William Douglas, muitos que são contrários à permanência dos símbolos religiosos em repartições públicas, na verdade professam uma nova religião, a "não religião". "Quando vejo o crucifixo com uma imagem de Jesus não me ofendo por (segundo minha linha religiosa) haver ali um ídolo, mas compreendo que em um país com maioria e história católica aquela imagem é natural".

"Eu, protestante e empedernidamente avesso às imagens esculpidas, as verei nas repartições públicas e saudarei aos católicos, que começaram tudo, à liberdade de culto e de religião, à formação histórica desse país e, mais que tudo, ao fato de viver num Estado laico, onde não sou obrigado a me curvar às imagens, mas jamais seria honesto (ou laico, ou cristão, ou jurídico) me incomodar com o fato de elas estarem ali".

Fonte:
www.cleofas.com.br